Eu me vejo entre dois gatos pretos, sob o céu de uma lua minguante em janeiro...
2:51 h da manhã... um café frio e um cigarro desesperado pelo trago da calma.
Nao... não era primeira vez.
Um silêncio que me ativa o pensamento pra mim.... sem solução.
Pedindo aos céus uma resposta para uma vida repensada tantas vezes é errada tantas
Vezes mais...
Não é ninguém, sou eu mesma e meus pensamentos... indo longe e dentro de mim....
Num choro do zero, guardado para dentro.
Conversando com estranhos tentando achar solução para a própria vida esperando o pior...
Esperando o fim.
A morte pra mim veio cedo e aos pedaços... matando minhas expectativas e me surpreendendo com o descontrole: aquele que me deixa quieta e feliz por segundos e me faz chorar por anos.
Da vida levo isso. Surpresas como este texto mais uma vez sincero e despedido.
A prece é que acabe o desespero com a lua e que a calma venha ao amanhecer.
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