as coisas podem se tornar tão inalcançáveis e perderem a vista da estrada que as precede.
e seus plano... tantos tão randômicos podem parecer farelos ou mesmo presos...
e os mesmos erros se permitirão acontecer.
pois a necessidade de tentar não finda.
mesmo sabendo que já fez...
e as chances são tão parecidas... está lá.
O sol novamente... ou qualquer outro remédio que
me levanta da cama me dá um espaço de 24 horas pra mudar tudo.
e por mais entendimento que eu tenha de que sou menos em vida
do que ontem ou qualquer segundo
anterior eu não desisto.
ainda há vida...e minhas caminhadas requerem bem mais esforço... é o que me faz acreditar que construímos força verdadeira durante a vida... e ela é da alma... e tudo que finda gradativamente... é o que, realmente não importa...
qualquer sonho começa de dentro pra fora... E a única certeza que tenho é que são, completamente, renováveis.
Eu sempre estou em crise com algo. Em geral comigo mesma. Mas das coisas boas: amo francês! vivo por amor! Estou sempre apaixonada! Me dêem sugestões e correções e não sejam os mesmos! Nunca!
quarta-feira, 22 de abril de 2015
sexta-feira, 17 de abril de 2015
"...quando te olho penso.... e mais choro.Gostaria de dizer o milagre para o fim deste sofrimento.olhando parece silencioso, mas finda em algo tão comum...na recente superfície dentro de mim.a parte bela cegou...se apagou a luz... escureceu, empalideceu!a luz é o que procura... mas é no escuro que tateará e sentirá a falta de luz.a falta é o valor... o valor da luz que, enfim existe...quanto mais andar dentre este obscuro... saberá que não precisa do barulho da falsa realidade!será a senhora das trevas... e ainda assim saberá onde encontrar a paz...."
segunda-feira, 13 de abril de 2015
"Ai, a lua que no céu surgiu
Não é a mesma que te viu
Nascer nos braços meus
Cai, a noite sobre o nosso amor
E agora só restou do amor
Uma palavra: Adeus
Ai, vontade de ficar mas tendo que ir embora
Ai, que amar é se ir morrendo pela vida afora
É refletir na lágrima, um momento breve
De uma estrela pura cuja luz morreu
Ai, mulher, estrela a refulgir
Parte, mas antes de partir
Nascer nos braços meus
Cai, a noite sobre o nosso amor
E agora só restou do amor
Uma palavra: Adeus
Ai, vontade de ficar mas tendo que ir embora
Ai, que amar é se ir morrendo pela vida afora
É refletir na lágrima, um momento breve
De uma estrela pura cuja luz morreu
Ai, mulher, estrela a refulgir
Parte, mas antes de partir
Rasga meu coração
Crava as garras no meu peito em dor
E esvai em sangue todo o amor
Toda desilusão
Ai, vontade de ficar mas tendo que ir embora
Ai, que amar é se ir morrendo pela vida afora
É refletir na lágrima um momento breve
De uma estrela pura
Cuja luz morreu
Numa noite escura
Triste como eu"
Crava as garras no meu peito em dor
E esvai em sangue todo o amor
Toda desilusão
Ai, vontade de ficar mas tendo que ir embora
Ai, que amar é se ir morrendo pela vida afora
É refletir na lágrima um momento breve
De uma estrela pura
Cuja luz morreu
Numa noite escura
Triste como eu"
(vinicius de moraes)
domingo, 12 de abril de 2015
"...com os valores me dado, em toda minha vida, exerço hoje função diária de sobrevivência.
a atitude estranha e avessa a bondade mútua, me desespera...
faço o exercício da paciência em todos os viventes, superviventes, subviventes e macroviventes...
passo adiante a experiência da paz e da bondade,
o amor cheio de vontade , enche minha vida, excede meu conhecimento...
sou paz e alegria..."
bea
a atitude estranha e avessa a bondade mútua, me desespera...
faço o exercício da paciência em todos os viventes, superviventes, subviventes e macroviventes...
passo adiante a experiência da paz e da bondade,
o amor cheio de vontade , enche minha vida, excede meu conhecimento...
sou paz e alegria..."
bea
segunda-feira, 6 de abril de 2015
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