"eu conheci um rapaz, com o melhor sorriso do mundo...
ele sorria com a boca e me beijava com os olhos, de início...
não sentia comigo confiança alguma, arredio nos diálogos mais comuns,
sobre uma vida comum... ele não era comum...
quando me tocou ele virou algo maior, como um sol no frio...
completamente oportuno...
deixou em mim um perfume que não durou muito
e achei que nunca mais o veria.
Ele se foi... o rapaz, e ficou o amor...
tantas conversas que viraram poesia e tristes até.. sempre com o preço da saudade.
porque quando ele não vem eu escrevo e o desejo... sem maldade,
mas é inevitável esse amor prevalesce e cresce nas brigas mais monólogas que tenho...
ele não entende minha necessidade comum...
ele não é comum.
juan um beijo especial para que melhore e não se esqueça...
quando ficar feliz se lembre de Beatriz, aquela tão comum..."
Eu sempre estou em crise com algo. Em geral comigo mesma. Mas das coisas boas: amo francês! vivo por amor! Estou sempre apaixonada! Me dêem sugestões e correções e não sejam os mesmos! Nunca!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Eu me vejo entre dois gatos pretos, sob o céu de uma lua minguante em janeiro...
2:51 h da manhã... um café frio e um cigarro desesperado pelo trago da calma.
Nao... não era primeira vez.
Um silêncio que me ativa o pensamento pra mim.... sem solução.
Pedindo aos céus uma resposta para uma vida repensada tantas vezes é errada tantas
Vezes mais...
Não é ninguém, sou eu mesma e meus pensamentos... indo longe e dentro de mim....
Num choro do zero, guardado para dentro.
Conversando com estranhos tentando achar solução para a própria vida esperando o pior...
Esperando o fim.
A morte pra mim veio cedo e aos pedaços... matando minhas expectativas e me surpreendendo com o descontrole: aquele que me deixa quieta e feliz por segundos e me faz chorar por anos.
Da vida levo isso. Surpresas como este texto mais uma vez sincero e despedido.
A prece é que acabe o desespero com a lua e que a calma venha ao amanhecer.
2:51 h da manhã... um café frio e um cigarro desesperado pelo trago da calma.
Nao... não era primeira vez.
Um silêncio que me ativa o pensamento pra mim.... sem solução.
Pedindo aos céus uma resposta para uma vida repensada tantas vezes é errada tantas
Vezes mais...
Não é ninguém, sou eu mesma e meus pensamentos... indo longe e dentro de mim....
Num choro do zero, guardado para dentro.
Conversando com estranhos tentando achar solução para a própria vida esperando o pior...
Esperando o fim.
A morte pra mim veio cedo e aos pedaços... matando minhas expectativas e me surpreendendo com o descontrole: aquele que me deixa quieta e feliz por segundos e me faz chorar por anos.
Da vida levo isso. Surpresas como este texto mais uma vez sincero e despedido.
A prece é que acabe o desespero com a lua e que a calma venha ao amanhecer.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
tudo muito acabado por aqui.
acabado mesmo, do fim sem raspas.
dançava ontem no jardim despreocupada...
hoje lambendo o fundo do poço.
tudo acabado por aqui...
ainda sem depois ou reconhecimento de gratidão pela lição.
o choro, o chão... de novo? nada... repetindo o ciclo do miserável sofrimento
da lição reaprendida e esquecida.
tudo acabado por aqui...
tentando olhar e ver beleza
tentando, chorando...
doendo.
tudo acabado por aqui...
uma grande bagunça acabada.
a dor no peito o deságuar do choro intermitente e louco.
tudo acabado por aqui...
tudo acabado esperando o fim.
eu não posso decidir não sentir mais.
eu não tenho opção... senão me reerguer... mas eu não quero mais.
não quero.
acabado mesmo, do fim sem raspas.
dançava ontem no jardim despreocupada...
hoje lambendo o fundo do poço.
tudo acabado por aqui...
ainda sem depois ou reconhecimento de gratidão pela lição.
o choro, o chão... de novo? nada... repetindo o ciclo do miserável sofrimento
da lição reaprendida e esquecida.
tudo acabado por aqui...
tentando olhar e ver beleza
tentando, chorando...
doendo.
tudo acabado por aqui...
uma grande bagunça acabada.
a dor no peito o deságuar do choro intermitente e louco.
tudo acabado por aqui...
tudo acabado esperando o fim.
eu não posso decidir não sentir mais.
eu não tenho opção... senão me reerguer... mas eu não quero mais.
não quero.
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